Confesso que por minha covardia o meu maior esforço seria não me importar
Entretanto, peça-me outra coisa, essa não farei.
Quem dera ser indiferente, como outrora fora
Não lhe quero para mim, quero-lhe bem.
E pode até parecer loucura, mas penso ser eu o melhor para você
De tal forma a não tentar me mudar de modo algum, pois já penso, certo ou errado, que sou o cara certo.
E não entenda isso, por favor, como arrogância.
Nem pelo meu senso crítico tal pensamento pairou
Assim como o que sinto em relação a você.
Ambos apenas habitaram em mim e nem me perguntarem se poderiam ficar
Não posso tirar da cabeça o que não sai do coração.
Acredite, se pudesse certamente o teria feito.
Você não me muda nem me transforma, repito, me corrobora
Não deixo de ser eu, muito pelo contrário; poucas foram as vezes que me senti tão em mim.
Não nego que por vezes o medo assim como o orgulho me impedem a transgredir certos limites hipoteticamente, suponho, delimitados entre nós.
Interessante é que dizem os paradigmas sociais que no “amor” alguém sempre sofre mais
Acredito que nesse “nosso caso” eu seria o dito cujo sofredor
E o mais interessante e espantoso
Eu não me importo! Porque mais que sofrer é a felicidade de lutar por algo, ou alguém que se quer bem
Deixe-me aprender com a "dor".
Não faço isso por você, faço por mim,ao menos acredito que assim o seja
E confesso que você é a causa primaria motivadora de tudo isso.
Você é especial, não tenho dúvida. Quero que você se reconheça assim, se ficar comigo, ótimo! Caso não, não quero nem pensar.
Para mim tal pensamento é inexistente. E espero estar certo.
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