domingo, 28 de março de 2010

Minha Flor

Ela suaviza-me a alma com um simples toque
Acalenta meu choro com uma simples palavra
Sua voz é o chamado da razão
Age pelo impulso, grita, chora, experneia e reclama
No entanto, discerne o certo do errado
Erra por opção
Inteligente e sensata
Consigo taz a calma
Ainda que impaciente
É única, mesmo que vacilante
Sensível que se faz de durona,
mas em meus braços confia desabar o choro
Conceitua-se grossa
Duvida de sua própria meiguisse
Uma grande mulher
Mulher de Atenas
Não me prende
Me guarda e me ama de uma forma estranha
Mesmo estando longe
Se parto de navio
Despede-se de mim no porto
Guarda as flores que lhe dei... Com zelo
Seu choro é em silêncio
Revelado em sucintos soluços
De uma forma sutil

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