Sei que possuo um lado romântico, sonhador
No entanto, esforço-me em negá-lo, repreendê-lo
Como se fosse o único modo de usá-lo corretamente
Assim estaria sujeito a um raciocínio lógico
Não instintivo
Sei que meu silencio alivia minhas mágoas
E não me faz secar
Olho-me no espelho e pergunto:" o que há comigo?
Parece que estou desistindo de mim
Penso que agora poderia estar sorrindo, aliviado,
Mas estou preso
Escondendo algo que quer sair.
Silencio... Poderia já ter te falado
Quem sabe não me sentisse melhor?
Entretanto estou a pensar
Desculpe, esse é o meu jeito
E acredito que você pode entendê-lo
Por vezes esqueço-me das coisas
Ignoro o mundo
Procuro ser profundo, viajando em mim
Desperdiçando tempo, assim penso
Sei que deveria agir,
Nego-me a fazer algo por desespero
Pretendo ser preciso e com tal zelo
A esperar de meu gesto o sucesso
Talvez precise de um pouco mais de fé
Não posso esperar sua posição
Pois sei que você não vai esperar tanto assim
Muitas pessoas não me entendem,
Talvez eu não as entenda
Não importa!
Conquanto que você me entenda no fim.
domingo, 4 de abril de 2010
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Lucidez
Que minha lucidez seja minha luz
Que meus passos, ainda que pequenos, sejam firmes
E fortes o suficiente para suportar
Os tremores advindos de mim
Que minha vaidade não se expanda
Para que eu possa ser simples
E enxergar o que se pode apenas sentir
Que meus olhos vejam o que ninguém vê
À medida que meus princípios se tornem dignos de suportar e entender
Os segredos que muitos tentam desvendar
Que minhas dúvidas me guiem para a certeza
E que esta seja a singularidade necessária para que escolha minha terra,a palavra certa, as companhias e uma direção
Que eu seja sutil
Para sentir a vida em suas nuanças
E te entender cada vez mais
E que minha ousadia não se faça ausente
Que meu romantismo se faça presente
E intenso de tal forme que te conquiste as emoções
Assim como peço que não finjas ou fujas
Que não chores ou sofras
Mas que sorrias
E que, a qualquer momento, ao precisares, cá estarei
Levantando-te das quedas
Afagando-te o coração
Em dias de frio, esquentando-te as mãos
Dando a ti o melhor de mim
E ao necessitar de colo
Correrei a teu abraço
A teus cabelos, teu sorriso
Desaguarei todo o cansaço
As tristezas e nostalgias
Pois que confio em ti
Confia em mim
Segura minha mão e te levarei
Pedes um abraço
Dar-te-ei proteção
Pedes um afago
O farei de coração
Mas se me pedires uma palavra
Silenciarei
Pois o que tenho a te dizer
Não o digo em palavras
Mas em tudo o que fiz e faço
Resume-se a meus atos
Resume-se em amor
Que meus passos, ainda que pequenos, sejam firmes
E fortes o suficiente para suportar
Os tremores advindos de mim
Que minha vaidade não se expanda
Para que eu possa ser simples
E enxergar o que se pode apenas sentir
Que meus olhos vejam o que ninguém vê
À medida que meus princípios se tornem dignos de suportar e entender
Os segredos que muitos tentam desvendar
Que minhas dúvidas me guiem para a certeza
E que esta seja a singularidade necessária para que escolha minha terra,a palavra certa, as companhias e uma direção
Que eu seja sutil
Para sentir a vida em suas nuanças
E te entender cada vez mais
E que minha ousadia não se faça ausente
Que meu romantismo se faça presente
E intenso de tal forme que te conquiste as emoções
Assim como peço que não finjas ou fujas
Que não chores ou sofras
Mas que sorrias
E que, a qualquer momento, ao precisares, cá estarei
Levantando-te das quedas
Afagando-te o coração
Em dias de frio, esquentando-te as mãos
Dando a ti o melhor de mim
E ao necessitar de colo
Correrei a teu abraço
A teus cabelos, teu sorriso
Desaguarei todo o cansaço
As tristezas e nostalgias
Pois que confio em ti
Confia em mim
Segura minha mão e te levarei
Pedes um abraço
Dar-te-ei proteção
Pedes um afago
O farei de coração
Mas se me pedires uma palavra
Silenciarei
Pois o que tenho a te dizer
Não o digo em palavras
Mas em tudo o que fiz e faço
Resume-se a meus atos
Resume-se em amor
Dê-me
Dê-me uma dose de egoísmo
Com um uma pitada de lirismo
Sentir o sangue nordestino
A sensibilidade literária
O olhar de pensador
Dê-me um toque de ceticismo
E estarei pronto para reconhecer minha cegueira
Dê-me o que queres me dar
Só não te esqueces, por favor
De me dar com amor
Com um uma pitada de lirismo
Sentir o sangue nordestino
A sensibilidade literária
O olhar de pensador
Dê-me um toque de ceticismo
E estarei pronto para reconhecer minha cegueira
Dê-me o que queres me dar
Só não te esqueces, por favor
De me dar com amor
domingo, 28 de março de 2010
Suspeita
Gosto de admirar a felicidade alheia
O sorriso no olhar das pessoas
Os fortes abraços
As profundas amizades
As famílias imperfeitas
Religiões e seitas
As promessas de fidelidade
As juras de amor
Os heróis...Tudo me fascina, me constrói
No entanto, sinto uma parte vazia
Algo que me foge
Que ao mínimo esforço me desconserta
Consome, e domina
Algo que me queima a alma
Me resume em segundos
a momentos profundos de " tudo-que-não-sei "
Aprenseta-se de forma tão intensa
Que é impossível passar despercebido sem deixar
No mínimo, uma cicatriz
Então fecho os olhos
A fim de encontrar
A causa desse súbito impulso de emoção,
Afinal vem lá de dentro,
É bem profundo...
Mas quando fecho os olhos encontro os seus
Ao me envolver em meus braços
A fim de sentir de me sentir seguro
Sinto teu corpo a abraçar o meu
E desabrocho, em um choro silencioso
Deixo-me levar
Pelo suposto calor de nossos corpos entrelaçados
Pelo poder dos teus olhos a me fitar
A tua presença rente a minha
A lembrança dos súbitos momentos
Que de fato vivemos
Teus poucos abraços
E me conforto...
Momentaneamente desencontrado
Acordo!
Com a leve impressão que descobri o motivo do meu vazio
O sorriso no olhar das pessoas
Os fortes abraços
As profundas amizades
As famílias imperfeitas
Religiões e seitas
As promessas de fidelidade
As juras de amor
Os heróis...Tudo me fascina, me constrói
No entanto, sinto uma parte vazia
Algo que me foge
Que ao mínimo esforço me desconserta
Consome, e domina
Algo que me queima a alma
Me resume em segundos
a momentos profundos de " tudo-que-não-sei "
Aprenseta-se de forma tão intensa
Que é impossível passar despercebido sem deixar
No mínimo, uma cicatriz
Então fecho os olhos
A fim de encontrar
A causa desse súbito impulso de emoção,
Afinal vem lá de dentro,
É bem profundo...
Mas quando fecho os olhos encontro os seus
Ao me envolver em meus braços
A fim de sentir de me sentir seguro
Sinto teu corpo a abraçar o meu
E desabrocho, em um choro silencioso
Deixo-me levar
Pelo suposto calor de nossos corpos entrelaçados
Pelo poder dos teus olhos a me fitar
A tua presença rente a minha
A lembrança dos súbitos momentos
Que de fato vivemos
Teus poucos abraços
E me conforto...
Momentaneamente desencontrado
Acordo!
Com a leve impressão que descobri o motivo do meu vazio
Minha Flor
Ela suaviza-me a alma com um simples toque
Acalenta meu choro com uma simples palavra
Sua voz é o chamado da razão
Age pelo impulso, grita, chora, experneia e reclama
No entanto, discerne o certo do errado
Erra por opção
Inteligente e sensata
Consigo taz a calma
Ainda que impaciente
É única, mesmo que vacilante
Sensível que se faz de durona,
mas em meus braços confia desabar o choro
Conceitua-se grossa
Duvida de sua própria meiguisse
Uma grande mulher
Mulher de Atenas
Não me prende
Me guarda e me ama de uma forma estranha
Mesmo estando longe
Se parto de navio
Despede-se de mim no porto
Guarda as flores que lhe dei... Com zelo
Seu choro é em silêncio
Revelado em sucintos soluços
De uma forma sutil
Acalenta meu choro com uma simples palavra
Sua voz é o chamado da razão
Age pelo impulso, grita, chora, experneia e reclama
No entanto, discerne o certo do errado
Erra por opção
Inteligente e sensata
Consigo taz a calma
Ainda que impaciente
É única, mesmo que vacilante
Sensível que se faz de durona,
mas em meus braços confia desabar o choro
Conceitua-se grossa
Duvida de sua própria meiguisse
Uma grande mulher
Mulher de Atenas
Não me prende
Me guarda e me ama de uma forma estranha
Mesmo estando longe
Se parto de navio
Despede-se de mim no porto
Guarda as flores que lhe dei... Com zelo
Seu choro é em silêncio
Revelado em sucintos soluços
De uma forma sutil
sábado, 20 de março de 2010
...
E cada palavra parece um suspiro comprometedor
Cada pensamento uma pista
Cada gesto, cada apelo meu
Cada olhar seu
Cada nada nosso
Parece um tudo um tanto quanto infantil
Essa dúvida que de você exala
Esse mistério simples de se resolver
Complico
Não explico
Faço expanto
Sonho planos
E fico com medo
Debaixo do lençol
Como uma criança assustada
A me perguntar o porquê
Ouço o eco desta frase em minha cabeça sem entender
Sem hiatos
Intermitente
Não consigo me responder
Não com palavras
Mas com esforço
Consigo pensar
e descrever
Que, mesmo não tendo conseguido
O meu maior medo é te perder
Cada pensamento uma pista
Cada gesto, cada apelo meu
Cada olhar seu
Cada nada nosso
Parece um tudo um tanto quanto infantil
Essa dúvida que de você exala
Esse mistério simples de se resolver
Complico
Não explico
Faço expanto
Sonho planos
E fico com medo
Debaixo do lençol
Como uma criança assustada
A me perguntar o porquê
Ouço o eco desta frase em minha cabeça sem entender
Sem hiatos
Intermitente
Não consigo me responder
Não com palavras
Mas com esforço
Consigo pensar
e descrever
Que, mesmo não tendo conseguido
O meu maior medo é te perder
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Frenesia
Penso em ti a todo instante
mesmo que não queira
nem mesmo ser pensante
penso além do meu querer
Em mim não sei aonde vais,
pois desconheço o caminho, procuro a paz
nessa ânsia de te ver
de te falar, de te calar, de colar a tua boca em minha
Sinto-me cansado
De ser bombardeado por teus gestos mais sutis
Sabes, de fato, como me atingir
e logo eu que de tão sincero
não consigo fingir
o tanto de carinho que espero te dar,
a vontade que tenho de te confortar,
de te gravar em mim e me gravar em ti,
fazer de nós um só
Por vezes luto contra a solidão
por horas luto com meu coração, pois
já cansei de ser um romântico, típico sonhador
e quando canso
fico mais perto do meu amor
O qual não entendo
ou me nego a entender,
pois cheguei a conclusão de que é preciso, não apenas, senti-lo
mas viver
o agressivo abandonar da razão
o levitar dos pés sem chão
olhos fixos em apenas um lugar
resumindo-se em um único olhar
perdido,sem quase algum sentido
olhar de típico sonhador
rente ao sonhos, por ele mesmo, prometido,
(creio ser isso o que sou )
...Entretanto, tudo pode não passar de uma mera ilusão
Tão inexato esse amor ,pois,
que prefiro deixá-lo na idéia
ao menos ninguém pode tirá-la de mim,
quem sabe assim
eu conquiste o que me prometi
há um bom tempo
mesmo que não queira
nem mesmo ser pensante
penso além do meu querer
Em mim não sei aonde vais,
pois desconheço o caminho, procuro a paz
nessa ânsia de te ver
de te falar, de te calar, de colar a tua boca em minha
Sinto-me cansado
De ser bombardeado por teus gestos mais sutis
Sabes, de fato, como me atingir
e logo eu que de tão sincero
não consigo fingir
o tanto de carinho que espero te dar,
a vontade que tenho de te confortar,
de te gravar em mim e me gravar em ti,
fazer de nós um só
Por vezes luto contra a solidão
por horas luto com meu coração, pois
já cansei de ser um romântico, típico sonhador
e quando canso
fico mais perto do meu amor
O qual não entendo
ou me nego a entender,
pois cheguei a conclusão de que é preciso, não apenas, senti-lo
mas viver
o agressivo abandonar da razão
o levitar dos pés sem chão
olhos fixos em apenas um lugar
resumindo-se em um único olhar
perdido,sem quase algum sentido
olhar de típico sonhador
rente ao sonhos, por ele mesmo, prometido,
(creio ser isso o que sou )
...Entretanto, tudo pode não passar de uma mera ilusão
Tão inexato esse amor ,pois,
que prefiro deixá-lo na idéia
ao menos ninguém pode tirá-la de mim,
quem sabe assim
eu conquiste o que me prometi
há um bom tempo
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